S. Gonçalo PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
 

 

Esta freguesia pela sua localização geográfica, servindo de comunicação com Braga, Porto, Régua, Vila Real, Mondim de Basto, Baião, Mesão Frio, Celorico de Basto e Marco de Canaveses, sofreu inúmeras batalhas destrutivas que provocaram uma despovoação pelas múltiplas invasões dos vândalos, alanos e suevos, em 409, e foram expulsos pelos visigodos nas datas de 414 a 711.
A própria vila foi "alvo" de lutas contra o domínio mouro, encetadas aquando da reconquista cristã, no tempo dos reis das Astúrias e de Oviedo e mais tarde com os monarcas de Castela e de Leão.
No reinado de D. Henrique e dos seus três primeiros sucessores, pouco ficou registado da povaoção de Amarante.
Só na regência de D. Sancho II, em 1230, se começa a registar alguns eventos, um dos quais o do Santo Gonçalo que vêm habitar Amarante.
Esta figura religiosa viveu num ermitério, que se encontrava adjacente à capela em honra de S. Veríssimo ou Nossa Senhora, edificação que teria sido construída por ele, sendo assente no rochedo que existe perto do rio Tâmega.
A capela ainda existe, e localiza-se no lado do Evangelho, na capela-mor da igreja matriz, do Convento de S. Gonçalo.
Em meados do século XIII, o santo evangelizador, construiu com a ajuda da população uma ponte românica, que em 1763, ruiu sendo depois substituída por uma outra, construída em finais do século XVIII pelo arquitecto Carlos Amarante (1740 - 1815) para unir as duas margens outrora inacessivéis do Tâmega.
Esta segunda ponte austenta quatro varandins semicirculares, com bancadas de cantaria.
Ao lado do Mosteiro de S. Gonçalo existe uma fonte de estilo renascentista, possui um frontão triângular, e uma heráldica militar visualizada pela suas armas régias, sendo datada de 1545.
Sumáriamente, findo as notas históricas desta freguesia.